Achei muito instrutiva essa matéria....
Hoje em dia o parâmetro que se tinha de família mudou e muito, com o
crescente numero de divórcios, conviver com o padrasto é uma realidade
dos tempos modernos, para os pais presentes na vida da criança este
também é um desafio muito grande, é ver um homem estranho tomando conta
da sua casa e da sua família, por outro lado, também é complicadíssimo
para o padrasto lidar com os filhos de um relacionamento anterior, a
mulher tem que ter muito jogo de cintura para que tudo não se transforme
em guerra. Uma coisa é fato. O padrasto nunca deve se colocar no lugar
de pai, ele precisa aprender a lidar com a situação e achar seu lugar
dentro da família, não ser um substituto e sim uma pessoa a mais na
família. Se o pai biológico for ausente, é necessário que sempre se diga
a verdade para a criança, que ela tem um pai e que não é o atual
companheiro da sua mãe.
O relacionamento entre enteado e padrasto deve ser de respeito
mutuo, mesmo quando se tratar de educação, a mãe deve sempre orientar e
impor os limites, ela é a referencia de ambos. Ela determina até onde o
companheiro pode opinar na educação dos seus filhos.
Em muitos casos, mesmo não sendo o pai verdadeiro, o padrasto cria
uma relação de amor com as crianças, este tipo de relação precisa ser
verdadeira e nunca forçada. As crianças precisam se sentir amados e
assim passam a confiar nessa outra pessoa que não é seu pai.
Cuidado com os agrados, presentinhos e passeios, não são eles que
vão construir a relação, somente a dedicação verdadeira pode unir
enteado e padrasto para o resto da vida.
A convivência deve ser a mais tranqüila e espontânea possível e com
os pais separados a criança fica mais frágil e a construção da amizade é
mais fácil. O padrasto tem que ser aquela pessoa que a criança confia e
pode contar, além é claro, do pai biológico e da mãe.
Existem milhares de padrastos por aí que fazem pelos seus enteados o que não fariam para mais ninguém.
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